Downpipe – Por que seu carro turbo deveria ter?

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Downpipe – Por que seu carro turbo deveria ter?

Você está pronto para liberar mais potência em seu carro turbo? Então é hora de investir em um downpipe. Esses upgrades são uma fonte significativa de energia em veículos com turbocompressor.

Vale a pena investir em um downpipe para o aumento da potência, pois altera sua experiência de condução e leva para o próximo nível. Aqui está o que você precisa saber.

Como um downpipe funciona?

Um downpipe é uma parte do sistema de escape que conecta a saída do turbo ao catalisador. Portanto, se o formato e a taxa de fluxo puderem ser melhoradas, o turbo ganhará um pouco mais de potência. Uma vez que ele se tornará mais rápido e extrairá um pouco mais de potência do escapamento em RPM máximas.

Às vezes, downpipes vendidos no mercado melhoram o desempenho porque simplificam o caminho e aumentam a taxa de fluxo de gás na unidade de estoque. Eles também contam com tamanho e formato diferentes do que os de fábrica, normalmente resultando em um ganho de desempenho.

A melhor razão para comprar um downpipe é que o ganho de desempenho é perceptível em uma ampla gama de RPMs. Embora seja geralmente aceito que a instalação dele adicione “apenas” 10 a 20 cavalos de potência. No entanto, esse ganho é perceptível sempre que o turbo estiver engatado. Isso resulta em um grande aumento no desempenho.

Diferentes estilos de downpipes produzem resultados diferentes. Quanto maior a separação entre o gás na válvula wastegate e o escape, mais suave é o fluxo geral de exaustão, devido à combustão.

Não deixe de checar nosso outro post, que falamos sobre escapamentos esportivos e seu design!

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Escapamentos esportivos – Design e performance

Muitas pessoas que modificam seus carros gostam de deixar um ruído característico, mais alto, porém, isso nem sempre é vantajoso.

Alguns até sacrificam o escapamento para um som prazeroso, no entanto, elas podem não saber que o sistema de escape é um grande aliado em termos de potência.

Portanto, repense no momento de trocar seu sistema de escape, ele deve ser compatível com seu motor para garantir que os gases escapem eficientemente.

Design dos escapamentos

Os escapamentos estão diretamente ligados com a combustão. Eliminar os gases é importante e, quanto menor a pressão no sistema de escape, maior a potência produzida.

No entanto, a taxa de fluxo dos gases do escape também entra na equação. Grandes escapamentos diminuem o fluxo e os menores aumentam-no. Você precisa equilibrar o escapamento com a capacidade de admissão e do motor para obter a melhor vazão sem causar pressão de retorno.

A pressão de retorno seria um atraso dos gases, incapazes de escapar rapidamente.

No mundo ideal, teríamos diferentes tamanhos para cada banda de rotação, porém, isto é inviável. Portanto, deve se fazer uma configuração que abranja todas as situações.

A maioria dos escapamentos de desempenho de boa qualidade, buscam o melhor para trabalhar de forma mais eficiente em RPMs mais altas

É interessante notar que alguns fabricantes de carros de alto desempenho têm um escape de “diâmetro duplo”. Eles variam de acordo com a RPM, permitindo torque baixo e números de potência de pico melhores. São controlados, normalmente, por uma válvula mecânica ou uma válvula borboleta.

O tamanho dos escapes

Muitos jovens utilizam exaustores enormes, que por sua vez, diminuem drasticamente a potência. Isso porque, como dito, o escape deve ser baseado na quantidade de ar que seu motor precisa expelir e isso varia muito em turbos e motores altamente sintonizados.

Aqui vamos dar uma dica geral, quanto menor o motor, menor o tamanho do furo. Por exemplo, um motor 1.6L, utilize um tubo máximo de 1.5 a 2 polegadas.

Para motores 2,5L, utilize tubos de 2 até 2,5 polegadas, se seu motor for maior, utilize um de 3 polegadas.

Também recomendamos, para motores maiores do que o de 2.5L, um sistema de escape duplo, sempre usando metade do tamanho do motor. Portanto, um motor 3.0L, é compatível com um furo duplo de 1.5 a 2 polegadas. Já um motor 5.0L, um sistema de escape duplo com 2 até 2.5 polegadas.

Estas medidas se aplicam ao mínimo do furo ao longo do comprimento do escape até a caixa traseira e o tubo de escape. A caixa traseira e o tubo de saída podem ser um pouco mais largos, mas isso não entregará mais energia, apenas dará um som mais profundo.

Veja nosso outro post, em que falamos especificamente sobre os coletores, clicando aqui.

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Escapamentos esportivos – Coletores de desempenho

Em nosso outro post aqui no blog da Made For Street, falamos sobre os escapamentos esportivos. Neste, iremos falar sobre os coletores do escapamento.

Coletores de desempenho

A forma do coletor de escape também é crítica. Portanto, os coletores de escape de desempenho são, obviamente, melhores. Isso porque, os especialistas calcularam e os fizeram especificamente para o carro e seu motor. Em maioria, os fabricantes fazem apenas um trabalho razoável.

Os melhores sistemas para um carro de rua são denominados de 4-2-1, o que significa que o coletor vai de 4 tubos em 2 tubos e, em seguida, em 1 em um processo de 3 etapas.

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Isso manterá um torque de RPM mais baixo. Alguns escapamentos de desempenho de nível muito alto são 4-1, onde todos os tubos se fundem em um ponto abaixo do coletor.

Estes escapamentos permitem valores de potência de pico mais altos e são mais adequados para uma faixa de RPM média muito alta, por exemplo, em carros de corrida e motores Honda VTEC.

Catalisadores sugam um pouco o poder diminuindo o fluxo de ar. Os catalisadores são, infelizmente, um requisito para os carros de hoje, há uma redução típica de 1-4 cv em geral.

No entanto, os catalisadores são geralmente o dobro do diâmetro do escape, o que compensa a maior parte da restrição. Você pode encontrar catalisadores esportivos, com um alto fluxo de ar, e então notará uma melhora geral na potência.

Porém, o benefício dessa tentativa se torna mínimo em carros menores.

Vai fazer o seu próprio coletor? Algumas dicas:

Se você é do tipo que prefere de fazer suas próprias peças, deve sempre se pensar em alguns pontos importantes. Por exemplo, o comprimento dos tubos de escape devem ser o mesmo, para garantir o melhor fluxo possível dos gases.

A maioria dos coletores são moldados, e possuem muitas imperfeições em suas superfícies internas e externas. Geralmente, podem ser facilmente removidas com um polimento. Na interna, com essa suavização da superfície, você irá garantir um melhor fluxo de ar.

Escapamentos de desempenho são feitos de aço inoxidável, que possuem uma superfície interna muito mais lisa, além disso, são também mais leves. Atenção deve ser dada às junções e curvas, quanto menos melhor.

Os motores operam em altas temperaturas, e isso afeta também os coletores, que expulsam os gases provenientes da combustão no motor. Isso eleva sua temperatura, e toda essa temperatura embaixo do capô pode reduzir a potência de seu veículo.

Um bom método de conseguir uma redução drástica na temperatura, e além disso ajudará o catalisador a atingir a temperatura de funcionamento mais rapidamente, é envolver o coletor de escape com um invólucro resistente ao calor, assim prolongando a sua vida e eficiência.

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Este envoltório, é uma bandagem térmica, você apenas enrola em seus tubos de escape e pronto. No entanto, há um método mais profissional, que é um revestimento cerâmico. A cerâmica é um mau condutor de calor, portanto, é ideal tê-la em um escape, onde o objetivo é prender o calor no interior.

Um revestimento cerâmico também parece muito mais limpo com um acabamento em pó branco / creme nas superfícies tratadas, mas outras cores estão disponíveis.

Stages 1,2 e 3 - Diferenças - MadeForStreet

Stages 1, 2 e 3 – As diferenças entre eles

Já comentamos sobre o remap da ECU aqui no blog da Made For Street, portanto aqui vamos explicar os Stages. Stages são nomes que as empresas que fazem a reprogramação utilizam para determinar os níveis de customização dos mapas.

Eles variam de empresa a empresa, porém, normalmente existem os seguintes Stages:

Stage 1

O Stage 1 é o mais básico, normalmente procurado para aqueles que não querem tirar a originalidade do carro. Portanto, ela pode ser instalada isoladamente, não se fazendo necessária outras grandes modificações no carro. Este stage consegue extrair mais potência do motor original, não colocando-o em risco.

Também pode trazer outros benefícios, como destravar os limitadores de torque e de velocidade.

Stage 2

O Stage 2 seria o nível intermediário dos Stages, que traz além de um ganho maior de potência e o destravamento dos limitadores, requer alguns itens adicionais. Como por exemplo, alguma modificação no sistema de captação de ar, downpipe, velas, blow-off, entre outros.

Normalmente procurado por aqueles que já possuem algumas dessas alterações instaladas, porém não obtiveram o resultado esperado. Evoluindo exponencialmente o ganho de potência.

Stage 3

Já o Stage 3, que corresponde ao nível mais alto de customização, possui além das modificações do Stage 3, algumas outras mais pesadas. Por exemplo, turbinas, freios, polias, combustível de corrida, entre outras modificações.

Este stage é recomendado apenas para uso em pistas, pois o uso demasiado do motor neste remap provocará um desgaste prematuro do motor. Tornando-o pouco confiável, que exige revisões e reparos regulares.

Por fim, este último é definitivamente o mais agressivo, além de trazer todas as modificações necessárias no seu carro, é o que provavelmente entregará maior ganho de potência.

Se você deseja saber mais detalhes sobre a nossa reprogramação de ECU ou sobre os resultados que conseguimos no seu veículo, entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo e esclarecer todas as suas dúvidas.

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Válvulas Wastegate e Blow-Off – Como funcionam?

Todos os amantes de carros turbinados devem conhecer o funcionamento dos turbos. Elas basicamente melhoram o desempenho dos carros, melhorando a eficiência dos motores. No entanto, elas funcionam em conjunto com válvulas, sendo elas: a Wastegate e a de prioridade (Blow-off).

Elas extraem a potência dos gases do escape, que acabariam sendo descartados. Estes gases são responsáveis por rotacionar o eixo da turbina, como esperado, eles saem em temperaturas muito altas do motor.

Isso faz com que a turbina possua a parte quente e a parte fria.

A parte quente, se resume a entrada deste ar do escape, rotacionando o eixo, no entanto, no lado frio, há um rotor, diretamente ligado a este eixo. Que rotaciona na direção oposta, comprimindo e resfriando este ar. Este nova mistura já resfriada e comprimida, é enviada a admissão do motor, ocasionando uma eficiência melhor na combustão.

A válvula Wastegate ( ou válvula de alívio)

Com as altas temperaturas, temos altas pressões nas turbinas. Com isso, torna-se necessário, um meio de manter a pressão correta.

Aí entra a wastegate, ou válvula de alívio. Seu funcionamento é simples: quando a pressão atinge o máximo regulado pelo sistema, a válvula se abre e permite que parte dos gases sejam desviados direto para o escapamento (não passando na turbina).

Ela pode ser interna ou externa, sendo muito importante para que o turbo não “estoure”.

A válvula de prioridade ( ou válvula Blow-Off)

A válvula de prioridade é instalada no coletor de admissão ou nas mangueiras de admissão do turbo. É importante entender o que acontece quando o motorista tira o pé do acelerador em um carro turbo: a pressão do ar dentro do sistema aumenta, afinal a turbina ainda está girando nesta situação.

Quando a válvula de prioridade detecta esse aumento de pressão, ela se abre, liberando parte desse ar escape na atmosfera. Sabe o famoso espirro que você escuta por ai? Pois é, ele existe graças à válvula de prioridade.

Esta é uma breve explicação sobre as válvulas que trabalham com o turbo, caso tenha mais dúvidas, assista ao vídeo do Canal da Peça em parceria com nossa oficina, clicando aqui.

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E claro, venha nos conhecer!

UP! TSI: Tudo o que você ainda não sabe!

Mais uma vez tivemos o prazer de uma parceria com o Canal da Peça! Robson nos dá uma explicação aprofundada sobre o Volkswagen Up! com motor TSI.

Fique ligado, pois ele traz dicas importantes sobre possíveis problemas com o carro, além de informações sobre as preparações para ele, como por exemplo, downpipe, troca do escapamentos, entre outros.

Além disso, aqui no blog temos alguns posts interessantes sobre manutenções, reprogramações de ECU. Não deixe de conferir! | MadeForStreet

Para mais vídeos sobre carros, peças e além disso, conteúdo automotivo de boa qualidade acesse o Canal da Peça!

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Manutenção preventiva – Quais os principais itens?

Em nosso outro post aqui no blog da MadeForStreet contamos um pouco sobre a manutenção preventiva para seu veículo. Porém, neste post, iremos comentar alguns dos principais itens que devem sempre ser observados com atenção.

Atualmente, cada carro conta com o manual do proprietário, que contém as informações da estimativa do tempo de vida útil de peças.

Por exemplo, os amortecedores, alguns fabricantes dizem que a estimativa de vida útil deles seja de 40.000 km. Entretanto, isto varia muito com o estilo de direção de cada motorista e, além disso, os locais em que este dirige.

Outras peças interessantes também de se comentar são a embreagem e os discos de freios, componentes vitais para o funcionamento do seu veículo, fabricantes estimam cerca de 60.000 km para as embreagens, e 20.000 km para os discos de freios, mas como foi dito, isso varia muito para cada motorista.

Nunca deixe de observar o estados dessas peças, por exemplo cabos de vela, pastilhas de freio, os pneus, entre outros.

Por outro lado, estes itens específicos fazem parte da manutenção preventiva, e devem sim ser trocadas com base nas estimativas do manual do proprietário, são algumas delas:

  • Óleo
  • Filtro de óleo
  • Filtro de combustível
  • Filtro de ar
  • Filtro de ar-condicionado
  • Velas de ignição
  • Fluido dos freios

Nós da MadeForStreet, prezamos pelo melhor para nossos clientes, por isso fique atento aos prazos e venha nos conhecer, vamos fazer as trocas necessárias para a manutenção preventiva de seu automóvel e, acima de tudo, com total dedicação. Manter o bom funcionamento de seu veículo é vital para sua segurança e conforto.

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As diferenças entre a ECU e a TCU!

Em outro post, nós explicamos sobre a ECU e sua reprogramação, desta vez, iremos mostrar alguns outros módulos, incluindo a TCU (Transmission Control Unit).

Atualmente os carros modernos podem ter até 70 ECUs diferentes – e quase todas se comunicam através de um padrão chamado CAN bus (Controller Area Network). Ele é um protocolo de intercomunicação entre os módulos de controle que independe de um servidor central.

Com isso, diferentes sistemas são controlados por ECUs específicas. Por exemplo, a TCU, que é encontrada em veículos equipados com um câmbio automático eletrônico.

Atualmente, a TCU é integrada a ECM (Engine Control Module), assim formando o PCM (Powertrain Control Module). Que é responsável por toda o trem-de-força do veículo.

Portanto, diz-se que a ECU é todo módulo que controla um sistema específico do carro, recebendo seus devidos nomes.

Falando na reprogramação de TCU, que nossa oficina também oferece, há um remanejamento dos parâmetros da troca de marcha automática. Portanto, alteramos com o intuito de aproveitar a potência gerada pelo motor, e até para economizar combustível.

Se você deseja saber mais detalhes sobre a nossa reprogramação, entre em contato conosco, será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas.

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BMW 328i – ECU Reprogramada no Dinamômetro

Ajustar o ECU do seu BMW 328I é totalmente possível e seguro com a Made For Street. As características de condução são amplamente melhoradas, proporcionando benefícios adicionais que o seu motor anseia. Com esta programação adicional para ajustar as calibrações do seu ECU, também fazemos alterações no limitador de torque para fornecer uma melhor resposta do acelerador. Nós não removemos sua ECU para ajustá-la. Portanto, todo o trabalho é realizado com segurança através da porta OBDII, por equipamentos e sistemas próprios da Made For Street!

Classificações de potência de manivela:

  • Potência Original: 245HP | 258FT / LB
  • Stage 1: 292HP | 332FT / LB
  • Stage 2: 305HP | 351FT / LB

Quais são os benefícios da Reprogramação com a Made For Street?

  • Primeiramente, a prioridade é o nosso cliente! Todo o trabalho é realizado com muito carinho e dedicação para você!
  • Nossa tecnologia é a mais atualizada do mundo. Além disso, atendemos veículos de todos os tipos;
  • Todas os mapas da ECU podem ser revertidos para o original, se necessário;
  • Com a sintonização do Flash de ECU as peças de desempenho não requerem configuração especial, portanto, se encaixam perfeitamente no mapa da ECU;
  • Adicionando peças como por exemplo, escape, intake, plenum, polia, tudo se ajustará com a melodia do mapa;
  • Se você adicionar combustível com mais ou menos octanagem, a ECU será ajustada de acordo;
  • Podemos mapear qualquer carro do planeta, mesmo sendo para diferentes tipos de octano ou ambientes;
  • Testamos todos os carros de performance no dinamômetro para garantir que o que você recebe é seguro, confiável e lhe trará os resultados que você deseja!
  •  

Quer fazer o mapeamento ?

  • Traga o seu veículo para as nossas instalações, onde podemos usar o nosso equipamento para performar o seu veículo.
  • Procura parceria? Quer revender nosso serviço? Esta em outro estado? Você pode remover a ECU do veículo e enviá-la para nós. Assim que recebermos a ECU, prepararemos o arquivo de ajuste e, em seguida, enviaremos de volta para você para reinstalação. Nós não soldamos ou modificamos a placa da ECU. Toda a sintonização da ECU é feita através de sondas bungy que possuem uma ponta de agulha para fornecer uma conexão elétrica especializada.

Por fim, se quiser uma avaliação de seu carro, seja ele uma BMW, ou qualquer outro, entre em contato conosco, ficaremos honrados em atender você!

Se houver dúvidas, deixe nos comentários!

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Entenda a reprogramação da ECU do seu veículo!

Aqui na Made For Street o nosso compromisso é o comprometimento, porém, nos dedicamos em informar ao nossos clientes sobre os nossos serviços, isso inclui a reprogramação da ECU!

Afinal, o que é uma ECU?

A ECU (Eletronic Control Unit) é um computador que recebe dados do veículo por sensores. Por exemplo, todos os carros atualmente possuem a injeção eletrônica, que por sua vez é controlada pelo computador, a ECU.

Ela é programada para receber os sinais dos sensores, lê-los, analisar, e por fim decidir quais os parâmetros mais adequados para o seu veículo.

Por exemplo, a quantidade de combustível que será injetada, o momento de ignição, pressão do trabalho da turbina e os limitadores de torque. Estes são os principais parâmetros de funcionamento do motor que são calibrados pelo fabricante com base no desenvolvimento do carro, e por sua vez, estão gravados na memória da ECU.

Agora, a reprogramação da ECU

Bom, agora que temos ideia do funcionamento da ECU, podemos pensar sobre a reprogramação da mesma.

Atualmente, esta reprogramação se tornou um serviço requisitado para se obter um ganho de desempenho do veículo por vários motivos. Dentre eles, a execução relativamente rápida, baixo risco de quebra de motor, entre outros.

Para entendê-la, vamos do início: Antigamente os veículos não possuíam tantos componentes eletrônicos como os de atualmente. O carburador era o responsável por alimentar o motor com a mistura de ar e combustível. Por outro lado, o distribuidor era o responsável por definir o momento correto da ignição em cada cilindro.

Se quisesse um aumento de performance, ela seria seguida de ajustes detalhados no carburador e no distribuidor. Tudo isso para adequar a alimentação do combustível e a ignição ás novas condições impostas ao motor.

Com a criação da injeção eletrônica, veio a ECU, um “cérebro” para fazer o controle destes parâmetros. Sendo assim, possível aumentar a entrega de potência e torque apenas modificando ela.

Resultado da Reprogramação

Temos diferentes tipos de remap, onde preparamos os carros para a rua ou pista. Os diferentes tipos são chamados de Stages, com início no 1, uma modificação mais amena, para carros de rua. Indo até o Stage 3, onde buscamos um ganho significativo na potência e torque, mirando o uso em uma pista.

Trata-se de um processo detalhado e extenso, pois todas as modificações devem ser testadas á exaustão, além de muito critério, garantindo que o aumento do desempenho será linear e não haverá riscos de quebra de componentes originais.

Se você deseja saber mais detalhes sobre a nossa reprogramação de ECU ou sobre os resultados que conseguimos no seu veículo, entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo e esclarecer todas as suas dúvidas.

Comandos de Válvulas e Polias Reguláveis!

O Canal da Peça visitou nossa oficina mais uma vez! Por isso, Robson nos deu mais uma aula sobre peças automotivas! Desta vez, um tutorial sobre polias reguláveis e comandos!

Abordando sobre as principais características sobre os comandos e as diferenças entre um original para um preparado, feito para entregar mais potência. Além disso, das polias fixas, polias variáveis e as polias reguláveis!

Confira no vídeo em parceria com o Canal da Peça!

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