STAGE 3 REMAP GOLF GTI MK7 – 400 CAVALOS!

STAGE 3 REMAP GOLF GTI MK7 – 400 CAVALOS!

Remap com Stage 3 Volkswagen Golf GTI MK7

Fala galera, Made na área!

Confira esse VW Golf GTI MK7 rodando com IS38 na Podium, com quase 400 cavalos de roda!

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Em nosso site, você também encontra as melhores informações sobre Stages 1, 2 e 3, sobre o Remapeamento de ECU e diversas outras dicas!

#GOLF #VOLKSWAGEN #GTI #STAGE3

REMAP NA BMW M3 STAGE 2 VEM QUANTOS CAVALOS?

Remap na BMW?

Fala galera, Made na área!

Já conferiu o nosso video “REMAP NA BMW M3 STAGE 2 VEM QUANTOS CAVALOS?” publicado em nosso canal do youtube?

Sabia que em nosso site você encontra todo conteúdo relacionado a carros e oficina? Acompanhe a MadeForStreet!

Pois vamos lá, essa é uma BMW M3 Fire Orange F80! O cliente optou por um Stage 2! Você sabia que há um segredo na preparação desse carro? Confere o vídeo aí!

#BMWM3 #REMAP #STAGE2

Reprogramação de uma ECU e seu funcionamento!

Esta é uma dúvida que ainda persiste para muitas pessoas. Como é exatamente a reprogramação de uma ECU? Como uma ECU funciona em um motor atualmente? Todas essas dúvidas estão para acabar, a MadeForStreet está aqui para esclarecer todos essas dúvidas citadas. Portanto, não deixe de ler este post para elucidar suas ideias e partir para um remap em seu veículo!

O que é uma ECU?

Primeiramente, uma ECU é, em essência, um módulo eletrônico de injeção, que trabalha ativamente no motor. Ou seja, ela é responsável por toda a injeção de combustível no motor. Além disso, ela também é responsável pelo momento de ignição, pressão de trabalho de uma turbina e os limitadores de torque. Portanto, como estes são os principais parâmetros para o funcionamento do motor, eles serão calibrados pela empresa fabricante do veículo.

Como dito antes, esta ECU também é responsável pela injeção correta de combustível para a combustão. Ou seja, ela controla a mistura com base na relação ar/combustível. Por sua vez, poderá enriquecer esta mistura na medida certa, gerando maior perfomance no motor. Por outro lado, pode também empobrecê-la. Ou seja, gerando uma menor potência quando comparado com a real potência a qual o seu motor pode entregar. No entanto, todos esses dados são obtidos com base em um extenso desenvolvimento. Além disso, estão gravados na memória da ECU do seu veículo.

As empresas automobilísticas generalizam a oferta dos motores no mercado, simplesmente pelo controle da ECU. Ou seja, entregando um mesmo motor para modelos diferentes de um carro, um podendo ser até mesmo mais potente que o outro. Isso porque, se utilizam de configurações diferentes para cada uma das ECUs. Ou seja, programando estes módulos para, por exemplo, uma mistura de ar/combustível que seja tanto econômica, quanto potente. Além disso, vale ressaltar que este módulo recebe sinais dos sensores do motor, os quais são inúmeros. Por se tratar de um avançado módulo eletrônico, este é capaz de analisar estas várias informações e decidir os melhores parâmetros, como os citados acima. Ou seja, tornando o veículo altamente responsivo para as várias situações que ele poderá se encontrar.

A reprogramação da ECU!

Agora, dito sobre a ECU dos veículos, vamos comentar sobre as reprogramações destas. Em uma reprogramação de ECU, todos os cuidados devem ser tomados. Isso porque, caso seja feita de forma incorreta, poderá trazer sérios riscos para seu veículo. Esta reprogramação consiste em alterações no software que comanda o módulo, o qual foi projetado originalmente pela montadora do veículo. Portanto, ao sobrescrever com um novo software, este poderá ser configurado de diferentes maneiras. Além disso, pode ser programado para otimizar o desempenho geral do carro de acordo com o desejo do cliente.

O serviço que chamamos de reprogramação de ECU possui diversos outros nomes. Por exemplo, chiptuning, recalibração de ECU, remap, entre outros. Todos esses se referem a um mesmo tipo de processo. Portanto, é interessante ressaltar o que este processo visa. Ou seja, alterar os parâmetros de funcionamento do motor por meio da ECU, visando maior desempenho do mesmo.

Efetuando a reprogramação da ECU

Para efetuar esta reprogramação, conecta-se através da porta OBD do veículo, podendo assim substituir o software que comanda a ECU. Ou seja, resultando em um mapa totalmente customizável do motor, podendo assim fazer melhorias em diversos parâmetros. Portanto, aumentando o desempenho do motor. No entanto, todas estas alterações devem ser realizadas com total comprometimento, sendo necessário muitos testes, assim garantindo as melhoras projetadas.

Portanto, como somos especialistas em reprogramações de ECUs, a MadeForStreet sabe da importância dos testes, como dito acima. Temos os equipamentos e o know-how necessários para este ramo, o qual muitas oficinas desejam. Além disso, todos os testes são realizados em nosso dinamômetro, permitindo total eficiência na entrega de resultados. Portanto, fica a critério do consumidor analisar os ganhos e decidir pela reprogramação de ECU que mais se adequa ao seu perfil. Todos parâmetros são modificados com o objetivo de aumentar a entrega de torque e potência em determinadas situações e também adequar o funcionamento do motor aos upgrades mecânicos instalados.

Além disso, vale ressaltar que os ganhos projetados podem requerir algumas modificações no veículo original. Ou seja, isso fica claro quando falamos sobre os stages de reprogramação, os quais já falamos aqui no blog. Isso porque, qualquer aumento de potência requer, por exemplo, modificações para que o veículo consiga aguentar esta nova condição de desempenho.

Resultados da reprogramação da ECU

Os resultados das reprogramações são significativos, o que resulta em um veículo mais rápido em qualquer situação. Ou seja, gerando mais torque e potência para seu veículo. Além disso, mesmo em baixas rotações o comportamento do carro não será bruscamente modificado. Isso porque, todos as configurações visam a melhor utilização por parte do cliente. Portanto, resulta em um consumo de combustível próximo ao original.

Para mostrarmos alguns resultados, vamos detalhar a preparação de um UP! TSI. Portanto, vale ressaltar que a preparação que fizemos requereu algumas modificações em relação ao carro original. Ou seja, nós da MadeForStreet, recomendamos a troca do filtro de ar original, para um filtro de ar esportivo, o qual possui maior vazão. Além disso, essa modificação pode ser realizada com a mesma caixa que abriga o filtro, garantindo a originalidade do carro.

Além disso, aconselhamos também a instalação de um downpipe, por se tratar de um veículo turbo. Isso porque, com a troca do catalisador original do veículo por um tubo de maior espessura, gera-se um um fluxo melhor dos gases expelidos pela turbina. Não deixe de ver nosso post sobre o downpipe! Portanto, com essas modificações, a utilização de um Stage 2 garante um aumento em cerca de 20 cavalos de potência nas rodas, além de um aumento significativo de torque.

No entanto, há fatores externos que devem ser levados em consideração quanto aos resultados no dia a dia. Por exemplo, o combustível, níveis de emissões, e até condições climáticas podem restringir a performance do motor.

Para uma comparação, além de citarmos os ganhos com o UP!, iremos falar sobre os ganhos da BMW 328i com uma ECU reprogramada. No entanto, são requeridas algumas outras modificações, assim como o UP! requereu. Para este carro, obtivemos os seguintes resultados:

  • Potência Original: 245HP | 258FT / LB
  • Stage 1: 292HP | 332FT / LB
  • Stage 2: 305HP | 351FT / LB

Se você deseja saber mais detalhes sobre a nossa reprogramação de ECU ou sobre os resultados que conseguimos no seu veículo, entre em contato conosco. Será um prazer recebê-los e esclarecer todas as suas dúvidas.

Venha nos conhecer!

ALTARPM – Upgrade no Corsa 1.0 com a MadeForStreet!

Assista ao começo de uma série de vídeos da parceria ALTARPM com a MadeForStreet! Realmente um prazer fazer parte deste projeto! Não perca!

Nosso querido Robson dando uma aula de dicas, por exemplo, sobre remap de ECU, dinamômetro, entre outras dicas! Portanto, não deixe de assistir aos vídeos para obter grandes informações!

Aqui em nosso blog também trazemos informações importantes para você e seu carro, portanto não deixe de ver, nosso post sobre downpipe para seu carro turbo!

Se inscrevam no canal do ALTARPM, e deixe nos cometários o que estão achando dos vídeos!

Até a próxima!

downpipes-escapamento-turbo

Downpipe – Por que seu carro turbo deveria ter?

Você está pronto para liberar mais potência em seu carro turbo? Então é hora de investir em um downpipe. Esses upgrades são uma fonte significativa de energia em veículos com turbocompressor.

Vale a pena investir em um downpipe para o aumento da potência, pois altera sua experiência de condução e leva para o próximo nível. Aqui está o que você precisa saber.

Como um downpipe funciona?

Um downpipe é uma parte do sistema de escape que conecta a saída do turbo ao catalisador. Portanto, se o formato e a taxa de fluxo puderem ser melhoradas, o turbo ganhará um pouco mais de potência. Uma vez que ele se tornará mais rápido e extrairá um pouco mais de potência do escapamento em RPM máximas.

Às vezes, downpipes vendidos no mercado melhoram o desempenho porque simplificam o caminho e aumentam a taxa de fluxo de gás na unidade de estoque. Eles também contam com tamanho e formato diferentes do que os de fábrica, normalmente resultando em um ganho de desempenho.

A melhor razão para comprar um downpipe é que o ganho de desempenho é perceptível em uma ampla gama de RPMs. Embora seja geralmente aceito que a instalação dele adicione “apenas” 10 a 20 cavalos de potência. No entanto, esse ganho é perceptível sempre que o turbo estiver engatado. Isso resulta em um grande aumento no desempenho.

Diferentes estilos de downpipes produzem resultados diferentes. Quanto maior a separação entre o gás na válvula wastegate e o escape, mais suave é o fluxo geral de exaustão, devido à combustão.

Não deixe de checar nosso outro post, que falamos sobre escapamentos esportivos e seu design!

Entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo em nossa oficina e esclarecer todas as suas dúvidas.

Venha nos conhecer!

Escapamentos esportivos – Design e performance

Muitas pessoas que modificam seus carros gostam de deixar um ruído característico, mais alto, porém, isso nem sempre é vantajoso.

Alguns até sacrificam o escapamento para um som prazeroso, no entanto, elas podem não saber que o sistema de escape é um grande aliado em termos de potência.

Portanto, repense no momento de trocar seu sistema de escape, ele deve ser compatível com seu motor para garantir que os gases escapem eficientemente.

Design dos escapamentos

Os escapamentos estão diretamente ligados com a combustão. Eliminar os gases é importante e, quanto menor a pressão no sistema de escape, maior a potência produzida.

No entanto, a taxa de fluxo dos gases do escape também entra na equação. Grandes escapamentos diminuem o fluxo e os menores aumentam-no. Você precisa equilibrar o escapamento com a capacidade de admissão e do motor para obter a melhor vazão sem causar pressão de retorno.

A pressão de retorno seria um atraso dos gases, incapazes de escapar rapidamente.

No mundo ideal, teríamos diferentes tamanhos para cada banda de rotação, porém, isto é inviável. Portanto, deve se fazer uma configuração que abranja todas as situações.

A maioria dos escapamentos de desempenho de boa qualidade, buscam o melhor para trabalhar de forma mais eficiente em RPMs mais altas

É interessante notar que alguns fabricantes de carros de alto desempenho têm um escape de “diâmetro duplo”. Eles variam de acordo com a RPM, permitindo torque baixo e números de potência de pico melhores. São controlados, normalmente, por uma válvula mecânica ou uma válvula borboleta.

O tamanho dos escapes

Muitos jovens utilizam exaustores enormes, que por sua vez, diminuem drasticamente a potência. Isso porque, como dito, o escape deve ser baseado na quantidade de ar que seu motor precisa expelir e isso varia muito em turbos e motores altamente sintonizados.

Aqui vamos dar uma dica geral, quanto menor o motor, menor o tamanho do furo. Por exemplo, um motor 1.6L, utilize um tubo máximo de 1.5 a 2 polegadas.

Para motores 2,5L, utilize tubos de 2 até 2,5 polegadas, se seu motor for maior, utilize um de 3 polegadas.

Também recomendamos, para motores maiores do que o de 2.5L, um sistema de escape duplo, sempre usando metade do tamanho do motor. Portanto, um motor 3.0L, é compatível com um furo duplo de 1.5 a 2 polegadas. Já um motor 5.0L, um sistema de escape duplo com 2 até 2.5 polegadas.

Estas medidas se aplicam ao mínimo do furo ao longo do comprimento do escape até a caixa traseira e o tubo de escape. A caixa traseira e o tubo de saída podem ser um pouco mais largos, mas isso não entregará mais energia, apenas dará um som mais profundo.

Veja nosso outro post, em que falamos especificamente sobre os coletores, clicando aqui.

Entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo e esclarecer todas as suas dúvidas.

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Escapamentos esportivos – Coletores de desempenho

Em nosso outro post aqui no blog da Made For Street, falamos sobre os escapamentos esportivos. Neste, iremos falar sobre os coletores do escapamento.

Coletores de desempenho

A forma do coletor de escape também é crítica. Portanto, os coletores de escape de desempenho são, obviamente, melhores. Isso porque, os especialistas calcularam e os fizeram especificamente para o carro e seu motor. Em maioria, os fabricantes fazem apenas um trabalho razoável.

Os melhores sistemas para um carro de rua são denominados de 4-2-1, o que significa que o coletor vai de 4 tubos em 2 tubos e, em seguida, em 1 em um processo de 3 etapas.

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Isso manterá um torque de RPM mais baixo. Alguns escapamentos de desempenho de nível muito alto são 4-1, onde todos os tubos se fundem em um ponto abaixo do coletor.

Estes escapamentos permitem valores de potência de pico mais altos e são mais adequados para uma faixa de RPM média muito alta, por exemplo, em carros de corrida e motores Honda VTEC.

Catalisadores sugam um pouco o poder diminuindo o fluxo de ar. Os catalisadores são, infelizmente, um requisito para os carros de hoje, há uma redução típica de 1-4 cv em geral.

No entanto, os catalisadores são geralmente o dobro do diâmetro do escape, o que compensa a maior parte da restrição. Você pode encontrar catalisadores esportivos, com um alto fluxo de ar, e então notará uma melhora geral na potência.

Porém, o benefício dessa tentativa se torna mínimo em carros menores.

Vai fazer o seu próprio coletor? Algumas dicas:

Se você é do tipo que prefere de fazer suas próprias peças, deve sempre se pensar em alguns pontos importantes. Por exemplo, o comprimento dos tubos de escape devem ser o mesmo, para garantir o melhor fluxo possível dos gases.

A maioria dos coletores são moldados, e possuem muitas imperfeições em suas superfícies internas e externas. Geralmente, podem ser facilmente removidas com um polimento. Na interna, com essa suavização da superfície, você irá garantir um melhor fluxo de ar.

Escapamentos de desempenho são feitos de aço inoxidável, que possuem uma superfície interna muito mais lisa, além disso, são também mais leves. Atenção deve ser dada às junções e curvas, quanto menos melhor.

Os motores operam em altas temperaturas, e isso afeta também os coletores, que expulsam os gases provenientes da combustão no motor. Isso eleva sua temperatura, e toda essa temperatura embaixo do capô pode reduzir a potência de seu veículo.

Um bom método de conseguir uma redução drástica na temperatura, e além disso ajudará o catalisador a atingir a temperatura de funcionamento mais rapidamente, é envolver o coletor de escape com um invólucro resistente ao calor, assim prolongando a sua vida e eficiência.

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Este envoltório, é uma bandagem térmica, você apenas enrola em seus tubos de escape e pronto. No entanto, há um método mais profissional, que é um revestimento cerâmico. A cerâmica é um mau condutor de calor, portanto, é ideal tê-la em um escape, onde o objetivo é prender o calor no interior.

Um revestimento cerâmico também parece muito mais limpo com um acabamento em pó branco / creme nas superfícies tratadas, mas outras cores estão disponíveis.

Stages 1, 2 e 3 – As diferenças entre eles

Já comentamos sobre o remap da ECU aqui no blog da Made For Street, portanto aqui vamos explicar os Stages. Stages são nomes que as empresas que fazem a reprogramação utilizam para determinar os níveis de customização dos mapas.

Eles variam de empresa a empresa, porém, normalmente existem os seguintes Stages:

Stage 1

O Stage 1 é o mais básico, normalmente procurado para aqueles que não querem tirar a originalidade do carro. Portanto, ela pode ser instalada isoladamente, não se fazendo necessária outras grandes modificações no carro. Este stage consegue extrair mais potência do motor original, não colocando-o em risco.

Também pode trazer outros benefícios, como destravar os limitadores de torque e de velocidade.

Stage 2

O Stage 2 seria o nível intermediário dos Stages, que traz além de um ganho maior de potência e o destravamento dos limitadores, requer alguns itens adicionais. Como por exemplo, alguma modificação no sistema de captação de ar, downpipe, velas, blow-off, entre outros.

Normalmente procurado por aqueles que já possuem algumas dessas alterações instaladas, porém não obtiveram o resultado esperado. Evoluindo exponencialmente o ganho de potência.

Stage 3

Já o Stage 3, que corresponde ao nível mais alto de customização, possui além das modificações do Stage 3, algumas outras mais pesadas. Por exemplo, turbinas, freios, polias, combustível de corrida, entre outras modificações.

Este stage é recomendado apenas para uso em pistas, pois o uso demasiado do motor neste remap provocará um desgaste prematuro do motor. Tornando-o pouco confiável, que exige revisões e reparos regulares.

Por fim, este último é definitivamente o mais agressivo, além de trazer todas as modificações necessárias no seu carro, é o que provavelmente entregará maior ganho de potência.

Se você deseja saber mais detalhes sobre a nossa reprogramação de ECU ou sobre os resultados que conseguimos no seu veículo, entre em contato conosco, será um prazer recebê-lo e esclarecer todas as suas dúvidas.

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Válvulas Wastegate e Blow-Off – Como funcionam?

Todos os amantes de carros turbinados devem conhecer o funcionamento dos turbos. Elas basicamente melhoram o desempenho dos carros, melhorando a eficiência dos motores. No entanto, elas funcionam em conjunto com válvulas, sendo elas: a Wastegate e a de prioridade (Blow-off).

Elas extraem a potência dos gases do escape, que acabariam sendo descartados. Estes gases são responsáveis por rotacionar o eixo da turbina, como esperado, eles saem em temperaturas muito altas do motor.

Isso faz com que a turbina possua a parte quente e a parte fria.

A parte quente, se resume a entrada deste ar do escape, rotacionando o eixo, no entanto, no lado frio, há um rotor, diretamente ligado a este eixo. Que rotaciona na direção oposta, comprimindo e resfriando este ar. Este nova mistura já resfriada e comprimida, é enviada a admissão do motor, ocasionando uma eficiência melhor na combustão.

A válvula Wastegate ( ou válvula de alívio)

Com as altas temperaturas, temos altas pressões nas turbinas. Com isso, torna-se necessário, um meio de manter a pressão correta.

Aí entra a wastegate, ou válvula de alívio. Seu funcionamento é simples: quando a pressão atinge o máximo regulado pelo sistema, a válvula se abre e permite que parte dos gases sejam desviados direto para o escapamento (não passando na turbina).

Ela pode ser interna ou externa, sendo muito importante para que o turbo não “estoure”.

A válvula de prioridade ( ou válvula Blow-Off)

A válvula de prioridade é instalada no coletor de admissão ou nas mangueiras de admissão do turbo. É importante entender o que acontece quando o motorista tira o pé do acelerador em um carro turbo: a pressão do ar dentro do sistema aumenta, afinal a turbina ainda está girando nesta situação.

Quando a válvula de prioridade detecta esse aumento de pressão, ela se abre, liberando parte desse ar escape na atmosfera. Sabe o famoso espirro que você escuta por ai? Pois é, ele existe graças à válvula de prioridade.

Esta é uma breve explicação sobre as válvulas que trabalham com o turbo, caso tenha mais dúvidas, assista ao vídeo do Canal da Peça em parceria com nossa oficina, clicando aqui.

Deixe suas dúvidas nos comentários!

E claro, venha nos conhecer!

UP! TSI: Tudo o que você ainda não sabe!

Mais uma vez tivemos o prazer de uma parceria com o Canal da Peça! Robson nos dá uma explicação aprofundada sobre o Volkswagen Up! com motor TSI.

Fique ligado, pois ele traz dicas importantes sobre possíveis problemas com o carro, além de informações sobre as preparações para ele, como por exemplo, downpipe, troca do escapamentos, entre outros.

Além disso, aqui no blog temos alguns posts interessantes sobre manutenções, reprogramações de ECU. Não deixe de conferir! | MadeForStreet

Para mais vídeos sobre carros, peças e além disso, conteúdo automotivo de boa qualidade acesse o Canal da Peça!

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Venha nos conhecer!

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Manutenção preventiva – Quais os principais itens?

Em nosso outro post aqui no blog da MadeForStreet contamos um pouco sobre a manutenção preventiva para seu veículo. Porém, neste post, iremos comentar alguns dos principais itens que devem sempre ser observados com atenção.

Atualmente, cada carro conta com o manual do proprietário, que contém as informações da estimativa do tempo de vida útil de peças.

Por exemplo, os amortecedores, alguns fabricantes dizem que a estimativa de vida útil deles seja de 40.000 km. Entretanto, isto varia muito com o estilo de direção de cada motorista e, além disso, os locais em que este dirige.

Outras peças interessantes também de se comentar são a embreagem e os discos de freios, componentes vitais para o funcionamento do seu veículo, fabricantes estimam cerca de 60.000 km para as embreagens, e 20.000 km para os discos de freios, mas como foi dito, isso varia muito para cada motorista.

Nunca deixe de observar o estados dessas peças, por exemplo cabos de vela, pastilhas de freio, os pneus, entre outros.

Por outro lado, estes itens específicos fazem parte da manutenção preventiva, e devem sim ser trocadas com base nas estimativas do manual do proprietário, são algumas delas:

  • Óleo
  • Filtro de óleo
  • Filtro de combustível
  • Filtro de ar
  • Filtro de ar-condicionado
  • Velas de ignição
  • Fluido dos freios

Nós da MadeForStreet, prezamos pelo melhor para nossos clientes, por isso fique atento aos prazos e venha nos conhecer, vamos fazer as trocas necessárias para a manutenção preventiva de seu automóvel e, acima de tudo, com total dedicação. Manter o bom funcionamento de seu veículo é vital para sua segurança e conforto.

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As diferenças entre a ECU e a TCU!

Em outro post, nós explicamos sobre a ECU e sua reprogramação, desta vez, iremos mostrar alguns outros módulos, incluindo a TCU (Transmission Control Unit).

Atualmente os carros modernos podem ter até 70 ECUs diferentes – e quase todas se comunicam através de um padrão chamado CAN bus (Controller Area Network). Ele é um protocolo de intercomunicação entre os módulos de controle que independe de um servidor central.

Com isso, diferentes sistemas são controlados por ECUs específicas. Por exemplo, a TCU, que é encontrada em veículos equipados com um câmbio automático eletrônico.

Atualmente, a TCU é integrada a ECM (Engine Control Module), assim formando o PCM (Powertrain Control Module). Que é responsável por toda o trem-de-força do veículo.

Portanto, diz-se que a ECU é todo módulo que controla um sistema específico do carro, recebendo seus devidos nomes.

Falando na reprogramação de TCU, que nossa oficina também oferece, há um remanejamento dos parâmetros da troca de marcha automática. Portanto, alteramos com o intuito de aproveitar a potência gerada pelo motor, e até para economizar combustível.

Se você deseja saber mais detalhes sobre a nossa reprogramação, entre em contato conosco, será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas.

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